Conheça nossa proposta para o “Primeiro Aberto de Arquitetura” da Weefor Arq.

Após a divulgação do resultado do “Primeiro Aberto de Arquitetura” pudemos postar a nossa proposta para este concurso.

Pranchas Weefor: cuboverde

 

    A dualidade do individual e do coletivo, da privacidade e da convivência, do esporte e do descanso, do lazer e do trabalho formou o principal conceito do projeto. Todos os apartamentos têm um apelo de exclusividade e privacidade, onde o morador desfruta de sua unidade tendo uma vista com enquadramento único para a cidade, acesso ao exterior através de sacadas exclusivas com ângulos variados em um apartamento bastante flexível.

    Já as áreas comuns primam por provocar encontros, conexões entre os moradores, incentivando a criação de laços de amizade. Os corredores internos são amplos e iluminados, gerando espaços de estar. Uma área esportiva está prevista na cobertura incentivando à prática do esporte. O programa compreende ainda um espaço de “co-working”, salão de festas, sala de jogos, academia, piscina e pista de corrida. Incentivando o compartilhamento, o projeto contempla ainda um carro elétrico e bicicletas compartilhados.

    A Implantação do edifício está recuada no terreno, formando uma praça pública onde a vizinhança usufrui de espaços de estar. Assim, a ocupação da área externa do edifício contribui para o controle social da rua, aumentando a segurança para todos.

Aproveitamos para parabenizar todos os vencedores e demais participantes, além da empresa Weefor pela bela iniciativa. Para saber mais, consulte: https://www.weefor.arq.br/

…as áreas comuns primam por provocar encontros, conexões entre os moradores, incentivando a criação de laços de amizade.

 

Todas as empresas certificadas no PBQP-H terão que se comprometer com a sustentabilidade em suas políticas de qualidade

Em 14 de junho de 2018 foi divulgado o novo SiAC, sigla para Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil, editado pela Secretaria Nacional de Habitação no Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat – PBQP-H.

Para aqueles que são familiarizados com a construção ou incorporação imobiliária para a habitação, o SiAC dispensa apresentações. Já para aqueles que são curiosos ou novatos no assunto, o SiAC é a norma que rege os sistemas de qualidade de empresas do ramo da construção, e tem atendimento obrigatório para empresas que atuam com financiamento imobiliário pela Caixa Econômica Federal e/ou outros bancos.

O novo SiAC tem uma série de mudanças, basicamente se atualizando em relação à última atualização da norma ISO. Porém, o foco deste post não é apresentar as mudanças como um todo, e sim provocar a reflexão sobre um item novo, fundamental e completamente conectado com as tendências atuais: a sustentabilidade na construção civil.

No item 5 a norma fala que a empresa deve ter uma ‘política da qualidade’ que seja compatível com “a direção estratégica da empresa construtora”. Ou seja, a empresa deve fundamentar seus princípios estratégicos em sua política da qualidade.

Até aí, nada de novo. Mas no item 5.2.1, surge pela primeira vez a obrigatoriedade de acrescentar o comprometimento com a ‘sustentabilidade’ na ‘política da qualidade’.  Isto sim, é algo novo e algo grande!

A partir de agora, todas as empresas certificadas no PBQP-H, níveis “A” ou “B” terão que se comprometer com a sustentabilidade em suas políticas de qualidade, que devem nortear todo o planejamento estratégico da empresa.

A partir de agora, todas as empresas certificadas no PBQP-H, níveis “A” ou “B” terão que se comprometer com a sustentabilidade em suas políticas de qualidade, que devem nortear todo o planejamento estratégico da empresa.

O que isso quer dizer? Pois bem: usar madeiras de origem responsável, cobrando DOF, ou controlar corretamente todos os MTR´s das obras e ter PGRCC já eram requisitos regulamentares. Então? Este será o momento de dar o próximo passo: começar a elaborar projetos realmente sustentáveis, desde a sua concepção arquitetônica, passando por todas as disciplinas complementares, eficiência energética, hídrica, paisagística e vegetal, até a função social e a redução do impacto da obra propriamente dita.

Nossa expectativa é que, com isso, as empresas realmente comprometidas com seus sistemas de qualidade comecem a entender que a sustentabilidade veio para ficar, e que um projeto arquitetônico bem elaborado é o princípio de tudo.

Nós, do cuboverde, podemos ajudar nesta tarefa, elaborando projetos arquitetônicos comprometidos com a sustentabilidade, buscando inclusive a diferenciação das demais construtoras auxiliando no processo de certificação de empreendimentos (leia mais em http://cuboverde.com.br/veja-como-a-sustentabilidade-pode-contribuir-para-as-estrategias-de-crescimento-de-sua-construtora-incorporadora/)

Cervejaria Weber Bier é uma das vencedoras do 6º Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura – Habitat Sustentável

Mais uma vez o cuboverde tem a honra de ter um de seus projetos dentre os vencedores do Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura – Habitat Sustentável, desta vez em sua 6ª edição. Mais uma vez o evento de premiação foi em altíssimo nível, e a equipe Saint-Gobain recebeu a todos com sua habitual hospitalidade.

Fizeram parte da equipe a Arq. Ingrid Dahm, o Arq. Albert Koelln, a Arq. Greice Machado e o Arq. Pedro Pupe.

Na 6ª edição foram mais de 600 inscritos, 25 projetos premiados em diversas categorias, com mais de 350 pessoas presentes no evento de premiação.

Mais detalhes do prêmio podem ser vistos nos links abaixo:

Pranchas do projeto Weber Bier: um ciclo sustentável – cuboverde arquitetura sustentável

O projeto premiado do cuboverde foi uma microcervejaria, que recebeu o título de “Weber Bier – Um ciclo sustentável”. Nas pranchas foram apresentadas as diversas estratégias de sustentabilidade utilizadas, com ênfase no ciclo energético, ciclo da água e no ciclo construtivo.

Ciclo Energético

Os resíduos sólidos da produção de cerveja (malte e cevada) podem ser reaproveitados. Além de servirem como ração para os animais, o poder de fermentação e produção de gás destes resíduos será reaproveitado em um biodigestor, que produzirá energia para os geradores da fábrica.

O Biodigestor necessita também, além dos resíduos da cerveja, de complementação com esterco de porco. Sendo assim, os porcos, alimentados com parte do bagaço da cerveja, contribuirão com o esterco para o biodigestor, fechando assim um ciclo de contribuição entre a fábrica e a fazenda, incentivando a economia colaborativa na região.

Ciclo da Água

Para a produção de 1litro de cerveja, se estima o consumo de 4,5 litros de água. Isso se deve principalmente ao processo de resfriamento do mosto, no qual a água passa por uma serpentina e sai a 70°C, e esta água, sem qualquer aditivo químico, normalmente é descartada. Sendo assim, o projeto prevê uma grande caldeira para o armazenamento desta água, que possuirá apoio solar e então será reutilizada para consumo de água quente na pousada e apoios. Se estima, desta maneira, a economia de 1,2 litros de água no processo, reduzindo para 3,3 litros de consumo de água para cada 1 litro de cerveja produzida.

Os telhados foram projetados com caimento adequado para o recolhimento de 100% das águas pluviais, que serão armazenadas em uma grande cisterna e utilizada na limpeza da fábrica e demais espaços.

Ciclo Construtivo

O projeto insere-se estrategicamente no circuito cervejeiro da região, no entanto, propõe algo inovador: fabricar sem agredir o meio ambiente.

A estética contemporânea chama a atenção em relação às outras cervejarias e construções do entorno, que ainda apostam em uma releitura direta da arquitetura alemã. Este ponto foi polêmico durante a fase de aprovação do projeto, encontrando resistência a uma arquitetura inovadora. No entanto, compreendeu-se que a sustentabilidade e inovações desta edificação precisavam ser demonstradas na estética do edifício e o projeto foi finalmente aceito pela comunidade. A expectativa é que o empreendimento torne0se emblemático, sendo uma das primeiras fábricas sustentáveis da região sul e incrementando o turismo na cidade.

Todos os materiais brutos são regionais, apenas sendo dispostos de modo mais inovador, como as paredes de gabião para contenções e fechamentos. Todos os equipamentos da fábrica são de fornecedores próximos (Município de Bento Gonçalves) garantindo fácil assistência. A troca de matéria prima para o funcionamento do biodigestor é outro item que comprova que a sustentabilidade pode ir além da construção, apropriando-se de toda a vida útil da fábrica.

Participações Anteriores

Esta é a terceira participação do cuboverde no Prêmio Saint-Gobain. Na 4ª edição, em 2017, o projeto do Partec Green foi finalista na categoria Comercial (http://cuboverde.com.br/projetos/partec/). Já em 2018, na categoria de edifícios construídos, a Casa Estúdio foi uma das vencedoras (http://cuboverde.com.br/projetos/casa-estudio/).

Por ser um prêmio de abrangência nacional, que valoriza as iniciativas relacionadas a sustentabilidade na construção civil, ser mais uma vez um dos vencedores enche o escritório de orgulho, motivando a equipe ainda mais para buscar as melhores iniciativas técnicas disponíveis e lutando por uma arquitetura mais responsável e sustentável.

Isolamento Térmico: uma solução econômica!

Um fator importante para garantir maior conforto térmico nas edificações, é manter a temperatura interna o mais constante possível, sendo a ideal variável entre 22º a 26º C. Contudo, dificilmente é possível manter esta faixa térmica constante de forma natural. Ao contrário do que normalmente se acredita, as trocas de calor não ocorrem somente através das aberturas, portas e janelas, mas também por meio das superfícies verticais -paredes- e horizontais –coberturas. Sendo assim, a fim de diminuir a transmissão térmica entre o ambiente interno e externo, é importante investir no isolamento dessas superfícies. Apesar dessa estratégia não ser culturalmente adotada nas construções brasileiras, ela é muito mais simples e econômica do que se possa imaginar.

Nas paredes externas geralmente trabalha-se com alvenaria dupla de tijolos. No entanto, essa mesma parede dupla, quando executada com um espaçamento interno de, no mínimo 8cm, garante melhor isolamento térmico através do próprio ar. Essa alternativa não requer investimento extra, apenas ocupa mais espaço devido ao aumento da espessura. Para potencializar o efeito isolante, é possível ainda preencher esse espaço com algum material isolante, como as lãs (de rocha, de vidro, de pet), casca de arroz, feno, serragem, etc.

Nas superfícies horizontais, o mercado oferece diversas possibilidades. A composição entre manta subcobertura- para reduzir a radiação térmica- e algum tipo de lã -para reduzir a troca térmica- apresenta grande eficiência nos casos de utilização de telhas como método construtivo. Quando a cobertura é feita com Laje, as opções variam entre utilização de vegetação ou acabamentos de cores claras a fim de refletir a radiação solar.

Neste telhado, a opção foi utilizar Lã de Vidro embaixo da Lona e sobre o forro

Lona pode ser substituída por uma manta subcobertura, que aumenta a eficiência do isolamento

 

 

 

Veja como a SUSTENTABILIDADE pode contribuir para as estratégias de crescimento de sua Construtora/Incorporadora

Entenda como a sustentabilidade aplicada ao mercado imobiliário pode ser uma estratégia de crescimento da sua empresa, aumentando as margens de lucro e atingindo novos clientes.

 

Projetos Comerciais de cuboverde – arquitetura sustentável

eGnericamente falando, existem três estratégias de competição no mundo dos negócios: a diferenciação, a liderança em custos e o foco (Porter-1989). No mercado imobiliário, as mesmas três estratégias genéricas de Porter podem ser entendidas como:

ESTRATÉGIA DE LIDERANÇA EM CUSTOS:

Essa estratégia consiste em buscar o conjunto de ações voltadas para baixar custo. Assim, a relação com os concorrentes se torna um tema central, exigindo que o produto imobiliário oferecido tenha o menor custo possível perante os demais. Para alcançar este objetivo, a empresa deve buscar o desenvolvimento de uma engenharia de processos e uma eficiência operacional que permita a otimização da cadeia produtiva e a economia de meios, permitindo praticar preços baixos sem sacrificar as margens de lucro.

ESTRATÉGIA DE DIFERENCIAÇÃO:

A segunda estratégia é a diferenciação. Esta estratégia visa se destacar no mercado imobiliário em busca de uma diferenciação perante os concorrentes, com produtos de alto valor agregado que gerem vantagens percebidas pelos clientes. Algumas maneiras obter valor agregado e diferenciação são:

  • Projetos arquitetônicos diferenciados*;
  • Tecnologia produtiva e embarcada nos empreendimentos;
  • Tradição e marca da empresa e sua capacidade de marketing;
  • Incentivo a inovação;

ESTRATÉGIA DO FOCO:

A terceira estratégia é enfocar em um determinado grupo ou segmento do mercado, ou até em uma localização geográfica. Esta estratégia baseia-se no pressuposto de que a empresa é capaz de atender melhor ao seu cliente segmentado do que os concorrentes que estão competindo de forma mais ampla. Aqui, “atender melhor ao cliente” deve ser entendido tanto como uma liderança em custos quanto em uma diferenciação, onde os extremos seriam produtos seriados de grande escala, ou produtos extremamente customizados.

 

Atualizando os pensamentos de Porter, os autores W. Chan Kim e Reneé Mauborgne desenvolveram a estratégia do Oceano Azul:

A estratégia do Oceano Azul é baseada na premissa de que a empresa está atuando em um mercado sem concorrentes, portanto dita tendências e preços. Em oposição, há o Oceano Vermelho, onde o mercado é finito e as empresas concorrentes disputam este mercado acirradamente, comprometendo suas margens de lucro. No mercado imobiliário há poucos exemplos de Oceanos Azuis, sendo possível identificar apenas segmentos do mercado onde algumas empresas ofereçam um produto sem concorrentes. Como exemplo atual, pode-se citar os micro apartamentos muito bem localizados na cidade de São Paulo, que conseguem atender a uma demanda de pessoas que não necessitam de muito espaço físico, mas que querem morar em uma boa localização. As primeiras ofertas deste tipo de apartamentos não encontraram concorrentes e puderam dominar o mercado. Posteriormente, outras empresas buscarão este nicho e o “oceano” começará a se tornar “vermelho”.

E o que a Sustentabilidade tem a ver com isso?

Hoje, a sustentabilidade tem sido uma demanda na maioria das cadeias produtivas e dos produtos. No mercado imobiliário não é diferente. Todos os clientes hoje se preocupam com o consumo do ar condicionado, com a iluminação natural, com a qualidade ambiental, com o consumo de água, com a saúde dos espaços… enfim, com os aspectos de sustentabilidade aplicados nos seus imóveis. Mas inserir a sustentabilidade em seus empreendimentos não é suficiente. Como comparar o grau de sustentabilidade de um edifício que tem placas fotovoltaicas com um que tem uma cisterna? Como comparar um telhado verde com um bicicletário?

Para mensurar a qualidade e a sustentabilidade dos edifícios e também para dar credibilidade às ações adotadas, existem os chamados “selos verdes”. Estes selos são basicamente uma metodologia que pontua o desempenho das edificações em relação a sustentabilidade, criando uma métrica que permite comparar uma edificação com a outra. Os selos mais conhecidos e difundidos no Brasil são o Aqua-HQE, o LEED e o GBC Brasil Condomínio. No Rio Grande do Sul existem ainda poucos empreendimentos certificados, sendo que alguns que estão no meio do processo correm em sigilo. A lista completa pode ser encontrada aqui:

Novamente se faz a pergunta: mas e o que a sustentabilidade tem a ver com as estratégias de crescimento da minha empresa? Bem, em todas as estratégias citadas acima, a sustentabilidade aplicada à construção civil pode contribuir, chegando até a possibilitar a estratégia de “reinar sozinho no Oceano Azul”. Um projeto arquitetônico bem feito, concebido desde o início com as premissas da racionalidade e sustentabilidade pode contribuir muito com a otimização dos custos.

Porém, é na estratégia da diferenciação que a construção sustentável pode contribuir mais: nos três links acima, é possível perceber que os empreendimentos sustentáveis no Rio Grande do Sul ainda são muito poucos, sendo a maioria deles relacionados a grandes empresas (SAP, Arena do Grêmio, Estádio Beira Rio, Nike Factory Store, Leroy Merlin, etc.) ou a empreendimentos pontuais. Não há ainda nenhuma incorporadora certificando seus empreendimentos sistematicamente, tornando isso uma política empresarial. Em relação ao mercado imobiliário como um todo, o volume de empreendimentos certificados (ou em processo) no RS ainda é muito tímido.

Acreditamos, portanto, que a adoção das construções sustentáveis como política de uma incorporadora, agregando de fato o valor da sustentabilidade à visão da empresa, tendo como missão a certificação de seus empreendimentos pode fazer com que a sua empresa esteja por um bom tempo no Oceano Azul. Nós do CUBOVERDE temos a expertise de desenvolver projetos que podem contribuir para esta missão, e em conjunto com uma equipe multidisciplinar de projeto podemos lhe ajudar a certificar seus empreendimentos em qualquer um dos selos pretendidos. Navegue em nosso site (www.cuboverde.com.br) e conheça o nosso portfólio.

Equipe da Casa Estúdio é premida no 5º Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura – Habitat Sustentável

No último dia 15 de março, a equipe da Casa Estúdio esteve presente no 5º Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura – Habitat Sustentável. Concorrendo na Categoria Profissional – Edificação Residencial, a arquiteta Ingrid Dahm foi chamada ao palco para receber o prêmio.

 

Segundo o site especializado em arquitetura Archdaily, “a premiação é uma das mais importantes do mercado de construção civil brasileiro e já reconheceu mais de 150 projetos por excelência em conforto, inovação e sustentabilidade. Foram entregues 25 prêmios, entre as categorias “Profissional” e “Estudante”, além dos destaques em “Conforto”, “Inovação” e “Sustentabilidade”. O Prêmio já é referência no mercado brasileiro de arquitetura, tendo destacado centenas de projetos de estudantes e profissionais, que, em linha com os valores da Saint-Gobain, promovem a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente”, disse Thierry Fournier, CEO da Saint-Gobain para Brasil, Chile e Argentina. “Com a premiação, incentivamos o mercado a priorizar, cada vez mais, os conceitos de conforto e o bem-estar das pessoas nas edificações”, finalizou o executivo.

Casa Estúdio é vencedora do 5º Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura – Habitat Sustentável

É com muita satisfação que a equipe do cuboverde recebeu a notícia de ser um dos vencedores do 5º Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura – Habitat Sustentável. Concorrendo com a Casa Estúdio na Categoria Profissional – Edificação Residencial, a equipe responsável pelo projeto participará da premiação nos dias 15 e 16 de março em São Paulo. Dentre os premiados estão alguns dos maiores escritórios de arquitetura do Brasil, como ‘Héctor Vigliecca e Associados’, ‘Rosenbaum Projetos’, ‘Triptyque Architecture’ e ‘Studio Arthur de Mattos Casas Arquitetura e Design’.

A diagramação das pranchas do concurso apresentou um resumo conceitual do projeto, focando nos diversos aspectos de arquitetura sustentável.

 

Não seção “Projetos” do nosso site pode-se encontrar mais conteúdo e mais fotos sobre o projeto. Confira aqui:http://cuboverde.com.br/projetos/casa-estudio/

 

Sobre o Prêmio

O 5° Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura ‒ Habitat Sustentável é uma iniciativa do Grupo Saint-Gobain e tem a finalidade de reconhecer e premiar projetos de arquitetura que se destacaram em soluções para o conforto do ambiente, além de mobilizar profissionais e estudantes que acreditam que a construção civil exerce significativa contribuição para a sustentabilidade do setor e bem-estar dos usuários. O prêmio ainda incentiva o uso de tecnologias e soluções inovadoras, e a correta especificação de produtos e processos construtivos.

 

Participações Anteriores

Esta é a segunda participação do cuboverde no Prêmio Saint-Gobain. Na 4ª edição, em 2017, o projeto do Partec Green foi finalista na categoria Comercial (http://cuboverde.com.br/projetos/partec/). Já em 2018,  na categoria de edifícios construídos, a Casa Estúdio foi uma das vencedoras.

Por ser um prêmio de abrangência nacional, que valoriza as iniciativas relacionadas a sustentabilidade na construção civil, ser um dos vencedores desta edição enche o escritório de orgulho, motivando a equipe ainda mais para buscar as melhores iniciativas técnicas disponíveis e lutando por uma arquitetura mais responsável e sustentável.

CUBOVERDE apresenta Projeto do Partec Green em curso de MBA

Na última sexta-feira, 15 de setembro, a arquiteta Ingrid Dahm, do cuboverde, apresentou o projeto do Partec Green no curso de MBA em “Construções Sustentáveis – Certificações Ambientais de Edificações” da Universidade Cidade de São Paulo. Egressa da primeira turma na cidade de Porto Alegre, Ingrid comentou que é uma grande satisfação poder apresentar o projeto no mesmo curso e retribuir com um pouco de experiência o conhecimento adquirido desde então: “Pude aprender bastante com este MBA, em 2013. Boa parte deste conhecimento foi aplicado neste projeto. Foi com grande satisfação que atendi ao pedido do Prof. Antônio Macêdo de apresentar o projeto  a esta turma”.

No dia seguinte, a turma visitou as obras e pode ver de perto o projeto se materializando. A disciplina onde ocorreu a palestra e a visita era a última da terceira turma, que agora caminha para a entrega do trabalho de conclusão.

Conheça mais sobre o projeto em: http://cuboverde.com.br/projetos/partec/

 

O PROJETO DO PARTEC GREEN

O projeto do PARTEC GREEN trata-se de um prédio comercial com salas para locação, dentro da Tecnosinos – Parque de Tecnologia de São Leopoldo – que abriga empresas voltadas à Inovação. A demanda surgiu de um grupo de empresários que queria replicar o modelo de seu primeiro edifício, vizinho, maximizando os lucros e tendo um investimento reduzido. Porém, diferente do primeiro empreendimento, optou-se por um conceito arquitetônico que já nasceu considerando as premissas de sustentabilidade e exigindo as melhores práticas de todas as demais disciplinas, demonstrando que o projeto poderia atender as expectativas, inclusive superando-as, através da credibilidade proporcionada pelo nível de certificação PLATINUM do LEED.

O terreno escolhido para a implantação foi um resíduo de desmembramento do primeiro empreendimento, mas que permitia inserir o novo edifício num ambiente urbano consolidado, conectando-o com a
comunidade circundante. Com a proximidade de uma série de linhas de ônibus que atendem ao Campus Universitário, bem como a linha de trem metropolitano, os diferentes modais de transporte coletivo, comércio e serviços, são facilmente acessados numa distância compatível com pedestres e ciclistas.

O projeto contém bicicletário com capacidade de atender até 20 ciclistas, além de vestiários para este público, conforme especificações do GBC.

 

UM PROJETO PARA AS PESSOAS

O projeto buscou intensamente favorecer os pedestres em detrimento à circulação de veículos. Para isso, as áreas mais nobres foram destinadas ao convívio das pessoas sem que os veículos cruzassem
esses pontos.

As conexões entre as diferentes partes do projeto, como o acesso às salas de escritório, lojas, restaurante, vizinhos do polo tecnológico, além do Campus, podem todas ser percorridas a pé. Nestes
percursos, foram posicionados espaços de convivência e permanência, como um largo a ser utilizado por mesas e cadeiras e a escadaria com arquibancada.

Já para os carros foram previstos 4 subsolos. Assim, as vagas ficam cobertas, reduzindo os efeitos de ilha de calor, e densificadas, ocupando apenas espaços que não podem ser utilizados para permanência de pessoas e ocupação por salas comerciais.

 

FACHADAS INTELIGENTES, ILUMINAÇÃO CONTROLADA

Num estudo rigoroso, com simulações computacionais, inserções na carta solar considerando a exata localização georeferenciada, cada fachada passou por um estudo específico para definição da insolação admissível. Concebidas de maneira a controlar a incidência solar sem a necessidade de estruturas extras e dispendiosas, cada fachada teve o tratamento apropriado conforme a sua orientação solar.

A fachada norte teve as suas aberturas recuadas em relação ao plano externo, propiciando sombreamento nos meses de verão sem perda de insolação nos meses mais frios de inverno.

Já as fachadas leste e oeste receberam fenestrações com formato mais vertical, reduzindo a entrada de excesso de iluminação diário.

Já a fachada sul, por não receber nenhuma insolação relevante, pode ser bastante transparente, usufruindo da luz difusa ao longo de todos os dias.

 

MATERIAIS E ACABAMENTOS

Para a escolha dos materiais, foram considerados os seguintes critérios:
– Materiais Regionais: os principais fornecedores estão localizados a menos de 800km do destino, reduzindo o impacto de transporte e fortalecendo a economia local;
– Materiais com Baixa Emissão: As Tintas, os Vernizes, os Selantes e os Revestimentos possuem baixa emissão de COV, colaborando para melhor qualidade de ar interno;
– Manutenção e Durabilidade: os revestimentos foram especificados afim de diminuir o custo de manutenção ao longo do ciclo de vida do prédio, optando por materiais mais qualificados e duradouros.

 

CONTROLE DE POLUIÇÃO AÉREA

As equipes de trabalho, desde projetistas, construtores e operários, aprenderam que a Construção Sustentável e a Certicação LEED não são processos tão complexos como parecia inicialmente. Portanto,
soluções mais responsáveis, eficiêntes e até simples, passaram a ser incorporadas no dia a dia de cada um. Como destaque, podemos citar um dos colaboradores, na frase abaixo: “O LEED é um check-list de boas práticas de Projeto e de Obra que já conhecemos, mas nem sempre aplicamos. Uma vez passado pelo processo de certificação, pode-se ver que não é tão complexo assim, e que estas soluções podem muito bem ser incorporadas a todos os trabalhos, em maior ou menor grau.”

Para a comunidade onde o projeto se inseriu, vale destacar o benefício trazido pela sustentabilidade aplicada no canteiro. O impacto gerado pela obra foi minimizado com o controle de partículas, tanto da
erosão e assoreamento em dias de chuva como em poeira em dias de vento. Uma vez acondicionados corretamente, os resíduos puderam ser reaproveitados e os rejeitos contaminados com solventes e tintas
puderam ser destinados corretamente, não causando nenhum tipo de poluição de lençol freático. Como exemplo, vale citar que na escavação dos quatro subsolos, foram retirados mais de 2.000 caminhões de
terra sem provocar nenhuma sujeira nas ruas do entorno.

Residências Irmãs – Projeto se Materializando

)

Mais um projeto do cuboverde começa a se materializar. Tratam-se de duas casas, vizinhas, projetadas na cidade de Lajeado.

Em desenvolvimento desde 2014, o projeto contraria a lógica convencional de residências no interior. Com uma implantação onde as casas foram colocadas na porção dos fundos do empreendimento, o projeto permitiu uma grande integração entre as áreas sociais da casa (sala de estar, jantar, cozinha e churrasqueira) e as áreas externas (piscina, deck, jardim). Com isso, todos os espaços principais têm vista para a praça e para o pôr-do-sol, ficando ainda assim protegidas e privativas devido ao muro de arrimo que contêm o perfil natural do terreno.

Para propiciar toda esta integração, o projeto dispõe de grandes vãos entre esbeltos pilares metálicos, balanços e marquises, exigindo um projeto estrutural arrojado e complexo. O projeto estrutural, os projetos das instalações e a execução das obras são de autoria da empresa Privilege Engenharia e Construções (http://privilege.eng.br).

Todas as características, plantas, detalhes e fotografias estarão disponíveis em nosso site quando a obra estiver concluída.

Aguarde, em 2018.

Placa de Obra